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Bitcoin: "Altamente otimista" para as Eleições Americanas

Matthew Sigel, chefe de Digital Assets Research na gestora VanEck, mostrou-se, numa entrevista, muito optimista quanto ao desenvolvimento futuro do preço do Bitcoin.

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Matthew Sigel, chefe de Digital Assets Research na gestora VanEck, mostrou-se, numa entrevista, muito optimista quanto ao desenvolvimento futuro do preço do Bitcoin.

Numa entrevista com a CNBC na segunda-feira, Sigel descreveu a situação do Bitcoin como "muito bullish." Ele atribui parcialmente o recente aumento nos mercados de criptomoedas ao aumento da probabilidade de vitória nas eleições de Donald Trump, cujas hipóteses no plataforma de apostas cripto Polymarket atualmente rondam 66 por cento.

Sigel compara a situação atual com a de antes das eleições presidenciais americanas de 2016. Também nessa altura, o BTC ficou atrás de outras classes de ativos, mas após um longo período de baixa volatilidade, o Bitcoin iniciou uma forte recuperação após a vitória de Trump.

Há alguns meses, Sigel chamou a atenção com uma previsão ousada: até 2050 o BTC poderia atingir um valor de 3 milhões de dólares. Ele explica agora que isto significaria um crescimento médio anual de 16 por cento nas próximas duas décadas, o que, olhando para trás, não parece extremo.

A VanEck está convencida de que o Bitcoin se tornará num ativo de reserva global. Como "ouro digital" deveria ser detido por bancos centrais com uma participação de dois por cento. Além disso, a empresa vê o BTC também como meio de pagamento no comércio mundial.

Sigel não fez previsões específicas de curto prazo. Questionado sobre a previsão de Cathie Wood, CEO da Ark Invest, que acredita que o Bitcoin atingirá 500.000 dólares até 2026, ele respondeu: "Não penso muito sobre isso."

Ele descreve o progresso da adopção do BTC de forma sóbria: "Todos os dias surgem novos compradores. Os mais velhos que odeiam Bitcoin estão a morrer."

Sigel também destacou o crescente interesse pelo Bitcoin a partir de países BRICS, como a Argentina, os Emirados Árabes Unidos e a Etiópia, que já começaram a minerar BTC com recursos estatais.


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