Cripto? "Se eu fosse o governo, eu encerraria isso"
Jamie Dimon, CEO do grupo bancário JPMorgan, voltou a criticar as criptomoedas durante uma audição do Banking Committee no Senado dos EUA.
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Jamie Dimon, CEO do grupo bancário JPMorgan, voltou a criticar as criptomoedas durante uma audição do Banking Committee no Senado dos EUA. "Se eu fosse o governo, eu encerraria isso," disse o homem de 67 anos sobre criptomoedas. Dimon sempre foi grande opositor das criptomoedas. O "caso de uso real" da cripto é para "criminosos", "traficantes de droga" e evasão fiscal.
Os chefes de Wells Fargo, Bank of America, Citigroup, BNY Mellon, Goldman Sachs, State Street e Morgan Stanley também estiveram presentes. Os participantes concordaram por unanimidade com a questão da senadora americana Elizabeth Warren de que as empresas de criptomoedas devem ficar sujeitas às mesmas diretrizes anti‑lavagem de dinheiro que os bancos americanos.
Jamie Dimon já não escondeu a sua oposição anteriormente. "Sou um grande cético em relação aos tokens de cripto," disse o banqueiro-chefe durante uma audiência no Congresso. Ele descreveu as criptomoedas, como o Bitcoin, como "esquemas Ponzi descentralizados". Após o colapso da bolsa de crypto FTX, criticou os reguladores norte‑americanos. Segundo ele, não intervieram a tempo.