Hackers vendem contas de criptomoedas na Coinbase, Binance e N26
Para uma conta verificada N26, os hackers na dark web teriam pedido cerca de 2.650 dólares.

Para uma conta verificada N26, os hackers na dark web teriam pedido cerca de 2.650 dólares. Os preços de contas de criptomoedas hackeadas continuam a subir.
Segundo dados do fornecedor de segurança Privacy Affairs, os cibercriminosos vendem contas de criptomoedas verificadas no darkweb. Os preços de acesso a diferentes exchanges variam bastante.
A mais cara é uma "conta verificada na N26", que custa, segundo dizem, cerca de 2.650 dólares. Um pedido de comentário da startup sediada em Berlim não obteve até agora qualquer resposta.
Além disso, os hackers, segundo o relatório, oferecem à venda contas da Binance, Kraken e Coinbase por entre 250 e 1.170 dólares norte‑americanos. A mais barata é uma "conta americana verificada da Bittrex" por apenas 30 dólares.
Miklos Zoltan, pesquisador de segurança da Privacy Affairs, afirma: "Se alguém pretende obter os seus dados financeiros ou credenciais de redes sociais, os preços são, em princípio, o que estão dispostos a pagar."
Os compradores não procuram necessariamente o dinheiro ou as criptomoedas nas contas. Contas hackeadas podem, entre outras utilizações, contornar ilegalmente as medidas KYC nas bolsas de criptomoedas. Em comparação com o ano anterior, os preços aumentaram consideravelmente.
Em 2022, os cibercriminosos obtiveram aproximadamente 3,8 mil milhões de dólares obtidos - o ano mais bem-sucedido de sempre.