ETFs de Solana: EUA hesitam, o Brasil está na dianteira
A Comissão de Valores Mobiliários brasileira (CVM) aprovou o segundo ETF de Solana, de acordo com a base de dados da 'SEC brasileira'.

A Comissão de Valores Mobiliários brasileira (CVM) aprovou o segundo ETF de Solana, de acordo com a base de dados da 'SEC brasileira'. Apenas duas semanas atrás, no Brasil, foi aprovado o primeiro fundo indexado SOL do mundo aprovado.
O emissor do segundo ETF de Solana é a Hashdex, uma gestora de ativos com sede no Brasil, que pretende oferecer este novo produto financeiro cripto em colaboração com o banco de investimento BTG Pactual. A Hashdex é reconhecida como uma gestora experiente no segmento de ETF no mercado brasileiro e já lançou produtos como o Nasdaq Crypto Index e vários ETFs de Bitcoin e Ethereum, incluindo um ETF cripto duplo.
Enquanto isso, Solana (SOL) está a 143,62 dólares americanos, quedando 2,62 por cento em relação ao dia anterior. Nos últimos sete dias, o preço da SOL caiu levemente 1,04 por cento.
Nos EUA, o desempenho dos fundos índice SOL é menos favorável: a Chicago Board Options Exchange (CBOE) BZX retirou recentemente, por recomendação da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC), os pedidos 19b-4 exigidos para um Solana ETF. Ver publicação no X sobre as perspetivas para fundos indexados Solana. A probabilidade de aprovação continua mínima, sem alterações significativas na direção da SEC.
O principal pesquisador da VanEck, Ver publicação no X após a aprovação do primeiro ETF de Solana no Brasil ficou desapontado: "Como americano, sinto vergonha de ver o Brasil nos ultrapassar no mercado."