Regulação de criptoativos
A regulação de criptoativos consiste no conjunto de regras legais e de supervisão aplicáveis aos criptoativos. Estas regras podem abranger, por exemplo, a negociação, a custódia e a emissão de criptoativos.
O que é a regulação de criptoativos?
Os legisladores criam as regras. Em seguida, as entidades de supervisão verificam se as empresas de criptoativos as cumprem. Em caso de infração, estas entidades podem tomar medidas no âmbito das suas competências.
As regras podem proteger os clientes, combater o branqueamento de capitais e promover um mercado de criptoativos justo. Por exemplo, uma empresa de criptoativos pode precisar de uma licença ou de um registo. As regras aplicáveis variam consoante o país, o tipo de criptoativo e o serviço prestado.
A regulação não é o mesmo que uma proibição. Muitas vezes, significa que uma atividade só pode ter lugar sob determinadas condições.
Um exemplo de regulação de criptoativos
Uma exchange de criptomoedas pode pedir um documento de identificação a um novo cliente. Este só pode utilizar determinados serviços depois de a sua identidade ser verificada.
Este processo chama-se identificação do cliente. Ajuda a combater o branqueamento de capitais, que consiste em ocultar dinheiro de origem ilegal.
Porque é importante a regulação de criptoativos?
A regulação de criptoativos determina que serviços uma empresa de criptoativos pode oferecer. Também pode determinar que informações e que proteção os clientes recebem. Por isso, o conceito surge frequentemente em notícias sobre licenças, supervisão e aplicação das regras.
Uma empresa que opere em vários países pode ter de cumprir regras diferentes, uma vez que estas podem variar consoante a jurisdição.
A supervisão ou uma licença não tornam automaticamente os criptoativos seguros. Não garantem que um criptoativo mantenha o seu valor nem que um prestador de serviços não venha a falir. Além disso, uma licença concedida a um prestador de serviços não significa que todos os tokens oferecidos tenham sido aprovados.